Nunca acredimos que algo trágico possa acontecer em nossas vidas!!Mas vem o "Destino" e nos prega uma peça,da qual não podemos sair dela,até temos vontade de fugir,acordar e ser só um pesadelo..mas aí acordamos e é tudo verdade..e o que nos resta é um novo começo.....
terça-feira, 12 de junho de 2012
O AMOR escrito pela minha DINDA para meu Dindo (juro que queria um assim)
Então, mais uma explicação do porque nossa história é uma FELIZ HISTÓRIA DE AMOR, Eider Damé...
"NAMORE UM CARA QUE LÊ
Baseado no "Namore uma garota que lê", texto escrito pela Rosemary Urquico e traduzido e adaptado para o português por Gabriela Ventura.
"Namore um cara que se orgulha da biblioteca que tem, ao invés do carro, das roupas ou do penteado. Ele também tem essas coisas, mas sabe que não é isso que vai torná-lo interessante aos seus olhos. Namore um cara que tenha uma pilha de três ou quatro livros na cabeceira e que lembre do nome da professora que o ensinou as primeiras letras.
Encontre um cara que lê. Não é difícil descobrir: ele é aquele que tem a fala mansa e os olhos inquietos. Ele é aquele que pede, toda vez que vocês saem para passear, para entrar rapidinho na livraria, só para olhar um pouco. Sabe aquele que às vezes fica calado porque sabe que as palavras são importantes demais para serem desperdiçadas? Esse é o que lê.
Ele é o cara que não tem medo de se sentar sozinho num café, num bar, num restaurante. Mas, se você olhar bem, ele não está sozinho: tem sempre um livro por perto, nem que seja só no pensamento. O rosto pode ser sério, mas ele não morde, não. Sente-se na mesa ao lado, estique o olho para enxergar a capa, sorria de leve. É bem fácil saber sobre o quê conversar.
Diga algo sobre o Nobel do Vargas Llosa. Fale sobre sobre as novas traduções que andam saindo por aí. Cuidado: certos best-sellers são assunto proibido. Peça uma dica. Pergunte o que ele está lendo –e tenha paciência para escutar, a resposta nunca é assim tão fácil.
Namore um cara que lê, ele vai entender um pouco melhor seu universo, porque já leu Simone, Clarice e –talvez não admita– sabe de memória uns trechos de Jane Austen. Seja você mesma, você mesmíssima, porque ele sabe que são as complicações, os poréns que fazem uma grande heroína. Um cara que lê enxerga em você todas as personagens de todos os romances.
Um cara que lê não tem pressa, sabe que as pessoas aprendem com os anos, que qualquer um dos grandes tem parágrafos ruins, que o Saramago começou já velho, que o Calvino melhorou a cada romance, que o Borges pode soar sem sentido e que os russos precisam de paciência.
Um namorado que lê gosta de muita coisa, mas, na dúvida, é fácil presenteá-lo: livro no aniversário, livro no Natal, livro na Páscoa. E livro no Dia das Crianças, por que não? Um cara que lê nunca abandonará uma pontinha de vontade de ser Mogli, o menino lobo.
E você também ganhará um ou outro livro de presente. No seu aniversário ou no Dia dos Namorados ou numa terça-feira qualquer. E já fique sabendo que o mais importante não é bem o livro, mas o que ele quis dizer quando escolheu justo esse. Um cara que lê não dá um livro por acaso. E escreve dedicatórias, sempre.
Entenda que ele precisa de um tempo sozinho, mas não é porque quer fugir de você. Invariavelmente, ele vai voltar –com o coração aquecido– para o seu lado.
Demonstre seu amor em palavras, palavras escritas, falas pausadas, discursos inflamados. Ou em silêncios cheios de significados; nem todo silêncio é vazio.
Ele vai se dedicar a transformar sua vida numa história. Deixará post-its com trechos de Tagore no espelho, mandará parágrafos de Saint-Exupéry por SMS. Você poderá, se chegar de mansinho, ouví-lo lendo Neruda baixinho no quarto ao lado.
Quem sabe ele recite alguma coisa, meio envergonhado, nos dias especiais. Um cara que lê vai contar aos seus filhos a História Sem Fim e esconder a mão na manga do pijama para imitar o Capitão Gancho.
Namore um cara que lê porque você merece. Merece um cara que coloque na sua vida aquela beleza singela dos grandes poemas. Se quiser uma companhia superficial, uma coisinha só para quebrar o galho por enquanto, então talvez ele não seja o melhor.
Mas se quiser aquela parte do “e eles viveram felizes para sempre”, namore um cara que lê"...
domingo, 10 de junho de 2012
EU SOU GONÇALVES
Entre coisas ditas e não ditas fica um vão enorme. Falta alguma coisa, falta falação mesmo!
Então me deu vontade de dizer: EU SOU GONÇALVES!
Faz um tempão que descobri isto mas pro meu sangue e sobrenome quero compartilhar e quero que curtam como eu.
Ser GONÇALVES não é fácil, não! É preciso vasculhar a origem, descobrir o que era inevitável: Darci ao casar-se com Iolanda participou seu sobrenome. Desse amor nasceram 7 filhos: 3 homens e 4 mulheres, dando sinais de que elas já fariam a diferença pela totalidade.
Cresce daqui, amadurece dali, seguiram seus caminhos... influenciando a geração de sobrinhos e mantendo sempre a união dos irmãos. Coisa linda!
Ser GONÇALVES é ser perfeito... er... ou ver perfeição em tudo.
É sentir-se querido, amado, é nunca estar só!
É dar um abraço apertado, um beijo sincero, é dar e sentir o olhar raio-x, aquele que analisa se ambos os espíritos estão bem ou mal.
Ser GONÇALVES sempre significou comilança.
É comer ambrosia, fios de ovos, churrasco e peixe frito, pipoca e chimarrão, cerveja e café, antes, durante e depois da festa.
É sentir saudade de quem já se foi e ter coragem de lembrar de cada um, a cada momento, pois fizeram e continuam a fazer parte da nossa história.
Ser GONÇALVES é pedir apoio, socorro, é chamar ao telefone e em 5 minutos todos serem um só.
É ter orgulho dos mais velhos, torcer e vibrar com jovens adultos, pondo fé na criançada. É dar pitaco, se intrometer, aconselhar, é participar.
Ser GONÇALVES é a batalha de cada dia, é a conquista, é o ideal, o respeito, a humildade, é ser justo e fraterno.
É não abandonar suas raízes. Isso vale pra quem entrou em nossas vidas e não aguentou o tranco. Vale pra quem colocou a cola entre as pernas e foi embora, diga-se de passagem: FOI TARDE!
Ser GONÇALVES é ter atitude.
Não titubear, não ser fraco, não baixar a cabeça, não entregar os pontos. É ser forte e corajoso. Não baixar a guarda.
Ser GONÇALVES é ser pai, é ser mãe, tio ou tia, primo ou prima, irmão/irmã, é ser sobrinho(a) querido(a), é ser vô/vó, é ser neto(a).
Ser GONÇALVES é ser Darci, Iolanda. Eliane, Evaldo, Edna, Eraldo, Eriana, Emuri e Edriana. É ser Cândida.
É ser Marcelo, Alessandra, Morgana e Paulinho, é ser Fabio e Michela, ser Michael, Rafael, Priscila, Igor, Everton e Vanessa, é ser Natália, Ariane, Felipe e Mateus, ser Danielle e Gabrielle, e ainda ser Andrei, Fernanda e Caroline.
Ser GONÇALVES é ser Lucas, Otávio, Alan e Camila, ser Mariana, é ser anjo Gabriel.
Sou GONÇALVES porque vejo cada uma dessas pessoas em mim. Com erros e acertos, no blá blá blá do que no move uma coisa é certa: AMO TODOS VOCES!!!!
Entre coisas ditas e não ditas fica um vão enorme. Falta alguma coisa, falta falação mesmo!
Então me deu vontade de dizer: EU SOU GONÇALVES!
Faz um tempão que descobri isto mas pro meu sangue e sobrenome quero compartilhar e quero que curtam como eu.
Ser GONÇALVES não é fácil, não! É preciso vasculhar a origem, descobrir o que era inevitável: Darci ao casar-se com Iolanda participou seu sobrenome. Desse amor nasceram 7 filhos: 3 homens e 4 mulheres, dando sinais de que elas já fariam a diferença pela totalidade.
Cresce daqui, amadurece dali, seguiram seus caminhos... influenciando a geração de sobrinhos e mantendo sempre a união dos irmãos. Coisa linda!
Ser GONÇALVES é ser perfeito... er... ou ver perfeição em tudo.
É sentir-se querido, amado, é nunca estar só!
É dar um abraço apertado, um beijo sincero, é dar e sentir o olhar raio-x, aquele que analisa se ambos os espíritos estão bem ou mal.
Ser GONÇALVES sempre significou comilança.
É comer ambrosia, fios de ovos, churrasco e peixe frito, pipoca e chimarrão, cerveja e café, antes, durante e depois da festa.
É sentir saudade de quem já se foi e ter coragem de lembrar de cada um, a cada momento, pois fizeram e continuam a fazer parte da nossa história.
Ser GONÇALVES é pedir apoio, socorro, é chamar ao telefone e em 5 minutos todos serem um só.
É ter orgulho dos mais velhos, torcer e vibrar com jovens adultos, pondo fé na criançada. É dar pitaco, se intrometer, aconselhar, é participar.
Ser GONÇALVES é a batalha de cada dia, é a conquista, é o ideal, o respeito, a humildade, é ser justo e fraterno.
É não abandonar suas raízes. Isso vale pra quem entrou em nossas vidas e não aguentou o tranco. Vale pra quem colocou a cola entre as pernas e foi embora, diga-se de passagem: FOI TARDE!
Ser GONÇALVES é ter atitude.
Não titubear, não ser fraco, não baixar a cabeça, não entregar os pontos. É ser forte e corajoso. Não baixar a guarda.
Ser GONÇALVES é ser pai, é ser mãe, tio ou tia, primo ou prima, irmão/irmã, é ser sobrinho(a) querido(a), é ser vô/vó, é ser neto(a).
Ser GONÇALVES é ser Darci, Iolanda. Eliane, Evaldo, Edna, Eraldo, Eriana, Emuri e Edriana. É ser Cândida.
É ser Marcelo, Alessandra, Morgana e Paulinho, é ser Fabio e Michela, ser Michael, Rafael, Priscila, Igor, Everton e Vanessa, é ser Natália, Ariane, Felipe e Mateus, ser Danielle e Gabrielle, e ainda ser Andrei, Fernanda e Caroline.
Ser GONÇALVES é ser Lucas, Otávio, Alan e Camila, ser Mariana, é ser anjo Gabriel.
Sou GONÇALVES porque vejo cada uma dessas pessoas em mim. Com erros e acertos, no blá blá blá do que no move uma coisa é certa: AMO TODOS VOCES!!!!
Meus velhos
Dizem que saudade é solidão. Mas eu acho que não. Pra mim é um sentimento tão bom!!!
E quem traz a saudade?! Pra mim, o inverno, esse friozinho... que me faz lembrar com saudade dos meus velhos: vô Damé e vó Iolanda. É verdade, que primeiro a barriga roncou, no finalzinho da tarde de domingo gelado. Aí, me veio o pensamento agitado: "SOPA", desci, e servi um vinho... descascando os legumes e aquecendo a água (na jarra elétrica) lembrei que via os velhos no mesmo ritual, só que na frente do fogão à lenha, na chaleira, no domingo!
Ahhhh! A minha cozinha já começa a se esquentar, meus pés também, e o coração eu desenhei no vidro da janela em homenagem a eles...
No chic, chic, chic, da panela de pressão, é claro, que os avós de hoje também têm sua magia! Fazem sopa. No domingo, com a estufa nos pés e as mãos e os olhos no computador. Há sempre uma troca, não importa a data. Os avós, os filhos, os netos, aprendem...
Não demorou muito o cheirinho do cozido flutuou até o quarto do meu filho... um a um, vão descendo, hipnotizados, é, também, esfomeados.
Dá uma vontade de contar dos bisos! Melhor ficar quieta... eu já tomei dois ou três goles, de bochechas rosa, vão zoar comigo.
Queria falar daquela época que se aquecer era ver a véia com os pés ao lado do fogareiro. Fogareiro?! Sim. Uma mistura de panela de ferro com escorredor de massas, tisnada de preto, onde a brasa queimava e aqueciaaaaaaa... bahhh! Ai de quem sumisse com o tal.
E o véio?! Mazáááhhhh! O véio sentado, com o copo de vinho escondido, e o garrafão companheiro indiscreto ao lado, era o melhor aquecimento, em frente ao fogão (de lenha)... "-Não vai sair nesse frio e te entortar!" - dizia ele, pra quem fugisse da cozinhazinha de porta e janela vermelha.
Respiro fundo.
Saudade do banquinho, do colinho, dos olhos azuizinhos... os meus já estão cheios d'água.
Saudade do avental, da mesa grande, do fogão à lenha sempre quentinho, do olhar meiguinho, das unhas vermelho-descascadas, véia companheira!!!
Ô saudade!!! Coisa bôa!!!!
... e a minha sopa, já está pronta.
Dizem que saudade é solidão. Mas eu acho que não. Pra mim é um sentimento tão bom!!!
E quem traz a saudade?! Pra mim, o inverno, esse friozinho... que me faz lembrar com saudade dos meus velhos: vô Damé e vó Iolanda. É verdade, que primeiro a barriga roncou, no finalzinho da tarde de domingo gelado. Aí, me veio o pensamento agitado: "SOPA", desci, e servi um vinho... descascando os legumes e aquecendo a água (na jarra elétrica) lembrei que via os velhos no mesmo ritual, só que na frente do fogão à lenha, na chaleira, no domingo!
Ahhhh! A minha cozinha já começa a se esquentar, meus pés também, e o coração eu desenhei no vidro da janela em homenagem a eles...
No chic, chic, chic, da panela de pressão, é claro, que os avós de hoje também têm sua magia! Fazem sopa. No domingo, com a estufa nos pés e as mãos e os olhos no computador. Há sempre uma troca, não importa a data. Os avós, os filhos, os netos, aprendem...
Não demorou muito o cheirinho do cozido flutuou até o quarto do meu filho... um a um, vão descendo, hipnotizados, é, também, esfomeados.
Dá uma vontade de contar dos bisos! Melhor ficar quieta... eu já tomei dois ou três goles, de bochechas rosa, vão zoar comigo.
Queria falar daquela época que se aquecer era ver a véia com os pés ao lado do fogareiro. Fogareiro?! Sim. Uma mistura de panela de ferro com escorredor de massas, tisnada de preto, onde a brasa queimava e aqueciaaaaaaa... bahhh! Ai de quem sumisse com o tal.
E o véio?! Mazáááhhhh! O véio sentado, com o copo de vinho escondido, e o garrafão companheiro indiscreto ao lado, era o melhor aquecimento, em frente ao fogão (de lenha)... "-Não vai sair nesse frio e te entortar!" - dizia ele, pra quem fugisse da cozinhazinha de porta e janela vermelha.
Respiro fundo.
Saudade do banquinho, do colinho, dos olhos azuizinhos... os meus já estão cheios d'água.
Saudade do avental, da mesa grande, do fogão à lenha sempre quentinho, do olhar meiguinho, das unhas vermelho-descascadas, véia companheira!!!
Ô saudade!!! Coisa bôa!!!!
... e a minha sopa, já está pronta.
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